5 Minutos de Leitura

31 10 2013

Sexta-feira, 1 de novembro de 2013

 

droga 

Preocupação crescente nos EUA com droga ‘zombie’

 

Chamam-lhe a “droga do apocalipse” ou a “droga canibal”. O “krokodil”, como é vulgarmente conhecido, é um opiáceo injetável, que consome, literalmente, o utilizador por dentro. No último fim-de-semana, cinco pessoas foram hospitalizadas em Chicago, com sintomas semelhantes aos relatados recentemente no Arizona e em Oklahoma. Um dos pacientes tinha já perdido partes significativas das pernas. “É uma droga zombie – mata literalmente de dentro para fora”, explica Abhin Singla à CNN, um especialista em toxicodependência.O Krokodil (pronunciado como “crocodilo” em inglês) provoca nos utilizadores uma espécie de escamas verdes ou pretas na pele, o que lhe justifica o nome mas os sintomas vão muito além disso: Produz danos graves nas veias e infecões que rapidamente evoluem para gangrena e necrose, abrindo autênticos buracos no corpo das vítimas.

Até agora não é casos oficiais de casos de adição desta droga, mas o crescente número de casos a procurarem ajuda médica com sintomas claros estão a deixar as autoridades médicas alarmadas. Segundo um estudo internacional, estima-se que 100 mil pessoas na Rússia e cerca de 20 mil na Ucrânia tenham injetado a droga em 2011, altura em que, especulam os especialistas, terá havido maiores dificuldades em adquirir heróina. O Krokodil é muito mais barato que a heróína e pode ser facilmente produzido em casa, como as metanfetaminas, com recurso a codeína (analgésico comum), produtos de limpeza de cozinha e casa de banho, ácido clorídrico, fósforo e solventes como gasolina.

 Artigo  extraído do site http://visao

 

Texto selecionado pela BE





Despicable Me 2 — The Stars are Brighter!

31 10 2013




O Corpo Humano – o incrível processo do Nascimento ate á morte

31 10 2013




5 Minutos de Leitura

30 10 2013

Quinta-feira, 31 de outubro de 2013

nobel 

Prémio Nobel da Economia

Os economistas norte-americanos Eugene F. Fama, Lars Peter Hansen, da Universidade de Chicago, e Robert J. Shiller, da Universidade de Yale, conquistaram (…) o Prémio Nobel de Economia de 2013 pelo seu trabalho pioneiro em identificar as tendências nos mercados financeiros.

“Não há maneira de prever o preço de ações e títulos ao longo dos próximos dias ou semanas. Mas é possível prever o amplo curso desses preços por períodos mais longos, como os próximos três a cinco anos. Estes descobertas, que podem parecer surpreendentes e contraditórios, foram feitas e analisadas pelos laureados deste ano: Eugene Fama, Lars Peter Hansen e Robert Shiller”, diz o comunicado da organização do prémio.

Os três foram premiados pelas “suas análises empíricas dos preços de ativos”, segundo indicou a Real Academia de Ciências da Suécia.

O prémio de 1,2 milhões de dólares, uma medalha de ouro e um diploma serão entregues aos laureados na cerimónia em Estocolmo, no dia 10 de dezembro.

Excerto do artigo do site http://g1.globo.com

Texto selecionado pela BE





5 Minutos de Leitura

29 10 2013

   Quarta-feira, 30 de outubro de 2013

manipulacao-midiatica1

 

Consumismo e publicidade – 5 min de leitura

Na nossa era de superprodução e consumismo, em que coexistem no mercado inúmeros produtos de equivalente função e qualidade, o valor de uso objetivo destes, as suas propriedades reais e intrínsecas não servem já de argumento convincente para conquistar um lugar no mercado. Na ausência de verdadeiras fronteiras naturais entre os objetos, tornou-se vital a intervenção da publicidade que, por recurso a um sistema de diferenciação simbólica, se responsabiliza pela criação de uma identidade própria para cada um. Assim, mais do que pelas suas propriedades físicas, o produto passa a valer pela imagem que de si projeta no mercado e na vida dos consumidores. Passa a valer por uma série de qualidades simbólicas que, à força de com ele surgirem associadas, por meio de imagens e frases evocativas, se tornam parte integrante dele, como se compusessem a sua personalidade. (…).

Desta forma, a aquisição de um mero bem material coloca ao alcance dos indivíduos outros bens não materiais tão indispensáveis quanto os primeiros, como a aceitação e o prestígio sociais, o amor, a beleza, a felicidade, a realização pessoal, num processo em que os bens “ intangíveis” se compram e se vendem sob a forma de mercadorias.

Assim, o êxito ou fracasso de um produto não se medem tanto pela qualidade ou falta dela, mas sobretudo, pela sua capacidade de encaixar no universo de valores do consumidor e trazer os seus desejos à luz do dia, assumindo-se como a possibilidade de satisfação destes.

É uma verdadeira “ Linguagem de Sedução” ( Filho, 1988) a que muitas vezes nos rendemos: utilizamos os produtos como meios de autoexpressão, deixando que eles digam de nós por meio do que a publicidade diz deles.

PINTO, Alexandra Guedes, 1977.Publicidade: Um discurso de Sedução. Porto Editora (com supressões)

Texto selecionado pela profª Adélia Rio





5 Minutos de Leitura

28 10 2013

Terça -feira, 29 de outubro de 2013

 

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Descoberto planeta solitário sem estrela

 

Astrónomos anunciaram na quarta-feira ter  descoberto um planeta solitário fora do sistema solar, flutuando sozinho  no espaço e sem orbitar uma estrela.  O exótico planeta, designado PSO J318.5-22, está apenas a 80 anos luz  da Terra e tem seis vezes a massa de Júpiter.

 

Formado há 12 milhões de anos, o planeta é considerado novo entre os  seus pares. 

“Nunca tínhamos visto antes um objeto a flutuar livremente no espaço  com este aspeto. Tem todas as características dos jovens planetas descobertos  ao redor de outras estrelas, mas vagueia completamente só”, disse o chefe  da equipa de investigadores, Michael Liu, do Instituto de Astronomia da  Universidade do Hawai, em Manoa. 

“Questionei-me muitas vezes se estes objetos solitários existiriam e  agora sabemos que sim”, afirmou. 

Os investigadores, cujo trabalho foi publicado no “Astrophysical Journal  Letters”, acreditam que o novo planeta tenha uma massa mais leve do que  os restantes corpos que flutuam livremente. 

Durante a última década, os investigadores descobriram cerca de mil  planetas extrassolares, mas apenas meia-dúzia destes se observou diretamente,  já que muitos orbitam em torno de jovens estrelas a menos de 200 milhões  de anos e emitem muita luz. 

 

Agência Lusa

Texto selecionado pela prof. Luísa Rocha

 

 

 





Os Fantásticos Livros Voadores do Sr. Morris Lessmore

28 10 2013